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09 de outubro de 2026

Tecnologia

Celulares intermediários chegam a R$ 7 mil em 2026

Comparativo de cinco modelos aponta preços de R$ 2,1 mil a R$ 6.999 e avalia desempenho, bateria e câmeras.

Publicado em 2 min de leitura

Em resumo

  • Os cinco modelos avaliados custam de R$ 2.100 a R$ 6.999.
  • Jovi V70 liderou o teste de bateria, com 27h15 de autonomia.
  • Motorola Edge 70 Pro e Samsung Galaxy A57 dividiram a liderança em desempenho geral.

Celulares Android intermediários ficaram mais caros e alguns modelos chegam a quase R$ 7 mil, segundo levantamento e testes divulgados em 9 de outubro de 2026. Um comparativo avaliou cinco aparelhos, com preços que vão de R$ 2.100 a R$ 6.999, e examinou aspectos como desempenho, autonomia da bateria e câmeras.

O Samsung Galaxy A57 aparece na faixa de R$ 2.100 a R$ 2.400, enquanto o Realme 16 custa R$ 2.400. O Jovi V70 é vendido por cerca de R$ 3.000. Já o Motorola Edge 70 Pro varia de R$ 3.200 a R$ 4.500. O Oppo Reno 16 é o mais caro do grupo: custa entre R$ 5.000 e R$ 7.000, com preço oficial informado de R$ 6.999.

Desempenho e bateria

Nos testes de desempenho geral, o Motorola Edge 70 Pro e o Samsung Galaxy A57 tiveram resultados próximos e dividiram a liderança. O Jovi V70 e o Oppo Reno 16 ficaram logo atrás, enquanto o Realme 16 teve o resultado mais baixo.

A autonomia variou mesmo entre aparelhos com baterias de capacidade igual. O Jovi V70, com 7.000 mAh, durou 27 horas e 15 minutos no teste.

Diferenças entre os modelos

O comparativo apontou a autonomia como destaque do Jovi e considerou o Galaxy A57 o aparelho com melhor relação custo-benefício entre os cinco. O Motorola se destacou pelo desempenho e é o único com 12 GB de RAM; os demais têm 8 GB. O Oppo teve resultados considerados equilibrados, mas o preço oficial de R$ 6.999 foi apontado como elevado para o aparelho.

Nas câmeras, o Jovi V70 tem sensor principal de 200 megapixels. Motorola e Oppo oferecem três câmeras traseiras de 50 MP, enquanto o Galaxy A57 combina sensores de 50 MP, 12 MP e 5 MP. Os aparelhos foram enviados pelas fabricantes por empréstimo. A Xiaomi foi convidada a participar, mas não enviou o Redmi Note 17 Pro Max.

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