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09 de outubro de 2026

Segurança

Gustavo de Castro Campos: Polícia Civil investiga morte de juiz

Magistrado foi encontrado em um carro em chamas na zona rural de São João da Boa Vista; caso é investigado como morte suspeita.

Publicado em 2 min de leitura

Em resumo

  • Gustavo de Castro Campos foi encontrado em um carro em chamas em São João da Boa Vista.
  • A Polícia Civil investiga o caso como morte suspeita e não descartou hipóteses.
  • Imagens mostram o juiz comprando combustível pouco antes de o veículo ser localizado.

A Polícia Civil investiga a morte do juiz Gustavo de Castro Campos, encontrado em um carro em chamas na noite de quarta-feira, 7 de outubro, na zona rural de São João da Boa Vista, no interior paulista. O caso foi registrado como morte suspeita, e a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) apura as circunstâncias do ocorrido. Até a última atualização divulgada, ninguém havia sido preso.

O que se sabe sobre o caso

O veículo foi localizado por volta das 19h15 na Estrada da Fazenda Aliança. Ele relatou que não percebeu a presença de uma pessoa no carro por causa da fumaça. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados.

A identificação do magistrado foi feita, segundo a Polícia Civil, por meio de uma tatuagem no abdômen e da conferência de documentos pessoais. Na perícia preliminar, não foram identificados ferimentos provocados por arma branca ou de fogo nem marcas aparentes de violência. A carteira e a aliança de Campos foram encontradas no veículo, e a polícia informou que não havia indícios de subtração de objetos.

Imagens de câmeras de monitoramento mostram Campos em um posto de combustíveis por volta das 18h40, cerca de 35 minutos antes de o carro ser encontrado. Ele aparece levando um galão para abastecer. A polícia chegou ao estabelecimento ao refazer os últimos passos do juiz e identificar o uso de seu cartão bancário. Não havia confirmação oficial sobre o tipo de combustível colocado no recipiente. O boletim de ocorrência registra que um galão com forte odor de gasolina foi encontrado próximo aos pedais do veículo.

Investigação e trajetória

O delegado da DIG, Jorge Mazzi, afirmou que a investigação estava em fase inicial e sob sigilo. A Polícia Civil requisitou exames periciais e análise de imagens, além de prever a oitiva de testemunhas. Nenhuma hipótese havia sido descartada, segundo as informações divulgadas pela polícia.

Campos era titular da 2ª Vara da Comarca de Mococa e atuava na magistratura paulista desde 2014. Antes, trabalhou como advogado e delegado de polícia no Espírito Santo.

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