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17 de outubro de 2026

Mundo

Protestos por educação, moradia e trabalho avançam em vários países

Manifestações na Europa e na América do Sul também contestam cortes de gastos públicos e o aumento do custo de vida.

Imagem ilustrativa: Jovens e trabalhadores em uma manifestação pacífica em uma avenida urbana
Imagem ilustrativa.
Publicado em 1 min de leitura

Em resumo

  • Atos em vários países cobram melhorias na educação, moradia e emprego.
  • Cortes de gastos e custo de vida também motivam manifestações.
  • Redes sociais ajudam a divulgar reivindicações e mobilizar jovens.

Manifestações lideradas por estudantes, trabalhadores e outros grupos ocuparam as ruas de países da Europa e da América do Sul no segundo semestre de 2026, com reivindicações que incluem melhorias na educação, acesso à moradia e ao emprego e oposição a cortes de gastos públicos. Embora tenham causas locais distintas, os atos também refletem o descontentamento com serviços precários e o custo de vida, segundo o relato das mobilizações em diferentes países.

Educação e gastos públicos no centro dos atos

Na França, protestos estudantis iniciados em setembro cobraram melhores condições nas escolas, com mais professores e infraestrutura adequada. O governo anunciou a contratação de professores substitutos, mas estudantes avaliaram que a medida não atendia às reivindicações. Uma nova jornada nacional de protestos estava prevista para 17 de outubro.

Moradia, emprego e reivindicações locais

Na Espanha, moradores de Madri e Barcelona foram às ruas em setembro para cobrar controle dos aluguéis e maior proteção aos inquilinos. Também contestaram a venda de áreas costeiras preservadas para um resort de luxo ligado a Jared Kushner.

Na Itália, trabalhadores de uma antiga siderúrgica em Taranto suspenderam uma greve de cinco dias depois que o governo aceitou retomar as negociações.

A professora de relações internacionais Regiane Bressan, da Universidade Federal de São Paulo, afirmou que redes como TikTok e Instagram, além de grupos em aplicativos de mensagens, ajudam a divulgar reivindicações e mobilizar jovens. Ela também apontou que imagens de protestos em outros países podem estimular a adoção de formas semelhantes de mobilização.

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