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02 de novembro de 2026

Brasil

Daniel Vorcaro aciona CIDH e pede liberdade da prisão

Defesa denunciou o Brasil à comissão em 27 de outubro e afirma que pedido de soltura segue sem análise no STF.

Publicado em 1 min de leitura

Em resumo

  • A defesa de Vorcaro acionou a CIDH em 27 de outubro.
  • Os advogados pedem ajuda para obter a liberdade do banqueiro.
  • O pedido de soltura segue pendente no STF.

Os advogados de Daniel Vorcaro acionaram a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) contra o Brasil e pediram que o órgão ajude a obter a liberdade do banqueiro, preso preventivamente desde março.

Argumentos da defesa

Os advogados afirmam que Vorcaro sofre violações de direitos humanos e sustentam que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não examinou o pedido de soltura apresentado em 18 de setembro. Segundo a defesa, não há denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o banqueiro.

A defesa também alega que a prisão preventiva não foi reavaliada a cada 90 dias, como prevê a legislação brasileira.

O pedido de reavaliação da prisão permanece pendente no STF. Os advogados pediram a Fachin que permita a Mendonça analisar o pedido de soltura.

A defesa afirmou que uma decisão de 29 de outubro manteve o caso na Presidência, em caráter provisório, sem resolver o pedido de liberdade. Também declarou que, por se tratar de processo no STF, não há instância superior à qual recorrer. Os advogados disseram que já haviam passado mais de 40 dias sem decisão sobre o requerimento apresentado em setembro.

Prisão e investigação

Vorcaro está custodiado preventivamente na Papudinha, instalação da Polícia Militar do Distrito Federal situada dentro do Complexo Penitenciário da Papuda.

O indiciamento é distinto de uma denúncia formal da PGR, ponto destacado pela defesa ao questionar a manutenção da prisão.

A solicitação encaminhada à comissão internacional segue sem análise, enquanto o pedido de soltura continua pendente no Supremo, conforme relataram os advogados de Vorcaro.

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