Plantio de soja chega a 15,6% da área prevista no Brasil
Conab registra avanço sobre a semana anterior, o mesmo período de 2025 e a média dos últimos cinco anos; Paraná lidera entre os estados listados.
Em resumo
- O plantio chegou a 15,6% da área prevista no Brasil.
- O índice supera o de 2025 e a média dos últimos cinco anos.
- Paraná lidera entre os estados listados, com 36%.
O plantio de soja no Brasil alcançou 15,6% da área prevista, segundo o levantamento mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O índice supera os 9,4% registrados na semana anterior, os 11,1% observados no mesmo período de 2025 e a média de 15,2% dos últimos cinco anos.
A variação semanal corresponde a um avanço de 66%, de acordo com os dados da Conab. Em relação à mesma época do ano passado, o percentual atual é 40,5% maior. Já frente à média quinquenal, a semeadura está 2,6% acima. Em pontos percentuais, a diferença é de 6,2 em relação à semana anterior, de 4,5 ante 2025 e de 0,4 sobre a média histórica.
Paraná lidera entre os estados
Entre os estados acompanhados, o Paraná apresenta o maior percentual de área semeada, com 36%. Mato Grosso aparece na sequência, com 25,2%, seguido de perto por Mato Grosso do Sul, onde o plantio chegou a 25% da área prevista.
Os dados também indicam que a semeadura alcançou 11% na Bahia. Goiás e Santa Catarina registraram 7% cada. Minas Gerais tem o menor índice entre os estados listados pela Conab, com 4,6% da área plantada.
A diferença entre o Paraná, que lidera o levantamento estadual, e Minas Gerais, com o menor percentual informado, é de 31,4 pontos percentuais.
Comparação com os levantamentos anteriores
O percentual nacional avançou de 9,4% para 15,6% entre as duas semanas consideradas pela Conab. A comparação anual também mostra o índice atual acima dos 11,1% registrados em 2025. O levantamento aponta ainda que o resultado está ligeiramente acima da média dos cinco anos anteriores, fixada em 15,2%.
Os percentuais estaduais divulgados pela Conab foram: Paraná, 36%; Mato Grosso, 25,2%; Mato Grosso do Sul, 25%; Bahia, 11%; Goiás, 7%; Santa Catarina, 7%; e Minas Gerais, 4,6%.