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11 de outubro de 2026

Política

Flávio Bolsonaro fala em “guerra espiritual” em evento evangélico

No Rio, candidato à Presidência afirmou que sua campanha está ligada a um projeto de Deus para o Brasil; bispo Samuel Ferreira declarou apoio.

Publicado em 1 min de leitura

Em resumo

  • Flávio Bolsonaro falou em “guerra espiritual” durante culto no Rio.
  • O candidato disse ver sua candidatura como parte de um projeto divino.
  • O bispo Samuel Ferreira declarou apoio a Flávio, mas negou pedir votos.

Na ocasião, ele também disse acreditar que sua candidatura integra um projeto de Deus para o país.

Discurso e campanha

Em sua fala, Flávio mencionou dificuldades enfrentadas durante a campanha e descreveu seus adversários como “inimigos mentirosos”. Disse que eles tentariam enganar pessoas com mentiras e acrescentou que enfrentar pessoas que considera perigosas não seria fácil. Na sequência, relacionou a disputa política ao que chamou de guerra espiritual vivida pelo Brasil.

O candidato afirmou que se apega àquilo que acredita ser um projeto divino para a nação, que, segundo ele, está em curso no país naquele ano. Depois, cantou trechos de “Hino da Vitória”, música que apresentou como um lema pessoal e de sua campanha.

Apoio de lideranças religiosas

O bispo Samuel Ferreira, presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (Conamad), declarou apoio à candidatura. Ele afirmou que não costumava pedir votos em cultos, mas disse que, se pudesse fazê-lo, pediria votos para Flávio. Também o chamou de “futuro presidente” e conduziu a repetição do bordão “irmão vota em irmão”, embora tenha negado estar fazendo um pedido explícito de votos.

Após a fala de Ferreira, Flávio foi recebido por gritos de “é 22” da plateia. O candidato comentou que, embora o pastor não tivesse pedido votos, o público estava fazendo isso.

Participantes

O governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), e o pastor Silas Malafaia estiveram no evento. Também participaram o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL) e políticos do estado ligados à igreja evangélica. Flávio saudou lideranças da Assembleia de Deus presentes, entre elas Manuel Ferreira e o bispo Samuel Ferreira.

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