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19 de outubro de 2026

Cultura

CCBB Salvador abre em 21 de novembro com mostra sobre o Ilê Aiyê

Primeira unidade do Centro Cultural Banco do Brasil no Nordeste funcionará no Palácio da Aclamação; exposição Nação Ilê ocupará 800 m².

Publicado em 2 min de leitura

Em resumo

  • O CCBB Salvador abre em 21 de novembro no Palácio da Aclamação.
  • A exposição de abertura, Nação Ilê, será dedicada ao Ilê Aiyê.
  • O projeto completo prevê 10 mil m² e espaços culturais diversos.

O anúncio foi feito durante uma coletiva no Museu de Arte da Bahia, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e da presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros.

A mostra ocupará 800 metros quadrados e ficará em espaços que incluem o anexo histórico do Palácio, a ser requalificado para receber exposições, e um pavilhão temporário. Na primeira etapa, o centro cultural terá mil metros quadrados de área expositiva e de convivência disponíveis.

Estrutura prevista

Quando o projeto estiver concluído, o CCBB Salvador deverá ocupar 10 mil metros quadrados. Mais de 2 mil metros quadrados serão destinados a exposições. A estrutura planejada também inclui teatro, cinema, sala multiuso, áreas de convivência, restaurante, café e loja.

A unidade será a primeira do CCBB no Nordeste e a quinta no país. Segundo Jerônimo Rodrigues, o imóvel foi cedido por 30 anos, e os custos das intervenções no prédio ficaram a cargo do Banco do Brasil e do centro cultural.

O governador afirmou que o Estado pretende atuar na área externa do imóvel e reforçar a segurança diante do aumento esperado na circulação de pessoas.

Atividades e impacto local

Margareth Menezes relacionou a abertura do espaço à ampliação das oportunidades para a produção cultural e ao fortalecimento da economia criativa. A ministra mencionou possíveis efeitos sobre emprego, renda, turismo e o circuito de artes de Salvador e da Bahia.

Tarciana Medeiros afirmou que uma das propostas é levar produções culturais de outras regiões a Salvador e divulgar a cultura baiana no restante do país. A presidente do Banco do Brasil também disse que a mão de obra do centro será baiana e que haverá capacitação, com ações voltadas a jovens e comunidades próximas ao Palácio.

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