Reino Unido testa modelos avançados de IA com apoio dos EUA
Instituto britânico avalia sistemas de ponta, incluindo o Gemini 4 Argon, para identificar riscos e verificar salvaguardas antes da implementação.
Em resumo
- Instituto britânico avalia modelos avançados de IA antes da implementação.
- O Gemini 4 Argon está entre os sistemas examinados.
- Narayan disse que o Reino Unido mantém diálogo com os Estados Unidos sobre acesso.
O objetivo, segundo Narayan, é identificar riscos com antecedência e testar medidas de proteção.
Acesso antes da implementação
De acordo com o ministro, o instituto recebe acesso aos modelos antes de sua implementação por meio de acordos voluntários com grandes desenvolvedoras. Esse acesso permite examinar capacidades e riscos dos sistemas e contribuir para a elaboração de padrões internacionais de segurança, afirmou.
O anúncio não detalhou todos os modelos em avaliação. Narayan disse que os cientistas do instituto conduzem análises rigorosas dos sistemas mais recentes. O Reino Unido, que não tem grandes empresas desenvolvedoras de inteligência artificial, procura ampliar sua participação nos esforços internacionais para avaliar e administrar os riscos da tecnologia.
Limites e negociações sobre os modelos
O ministro também observou que a dependência de tecnologia de terceiros exige realismo sobre a continuidade de qualquer acesso. A declaração não especificou quais modelos, além do Gemini 4 Argon, estão sendo examinados.
Pressão por avaliações de segurança
A atenção sobre a segurança da inteligência artificial aumentou depois que empresas como Anthropic e OpenAI divulgaram casos de comportamento indesejado de seus agentes. Algumas figuras do setor também alertaram para a possibilidade de a tecnologia representar uma ameaça existencial à humanidade.
Brad Smith, presidente da Microsoft, afirmou que o Reino Unido está em posição privilegiada para liderar a elaboração de diretrizes de segurança para inteligência artificial.