Malévola Alves paga fiança após prisão no Egito, diz assessoria
Equipe informou pagamento de 110 mil libras egípcias; não há confirmação oficial de soltura nem notícia sobre o paradeiro das brasileiras.
Em resumo
- Assessoria informou que Malévola pagou 110 mil libras egípcias de fiança.
- Advogado afirmou que Malévola e Bruna pagaram, mas citou outro valor possível.
- Não havia confirmação oficial de soltura nem informação sobre o paradeiro das brasileiras.
A influenciadora Malévola Alves pagou fiança depois de ser presa com a amiga Bruna no Egito, na terça-feira (20), sob acusação de comportamento obsceno relacionado a vídeos gravados em Alexandria. A assessoria da influenciadora informou que o valor pago por Malévola foi de 110 mil libras egípcias, cerca de R$ 10,1 mil. Até a manhã de quarta-feira (21), porém, não havia confirmação de que as duas tinham sido liberadas pelas autoridades locais.
A defesa de Malévola também não tinha informações sobre o paradeiro das brasileiras, segundo a equipe da influenciadora. O voo de retorno ao Brasil estava previsto para a tarde de quarta-feira, mas não havia confirmação de que elas conseguiriam embarcar.
Informações sobre o pagamento divergem
O advogado Jonatha Carvalho Matos, que acompanha o caso do Brasil, afirmou que Malévola e Bruna pagaram fiança e que as duas deveriam ser soltas ainda na quarta-feira, caso tudo ocorresse como esperado. Ele disse que os advogados brasileiros ainda aguardavam informações sobre o valor e mencionou como possibilidades 20 mil ou 40 mil libras egípcias.
A assessoria, por sua vez, divulgou o valor de 110 mil libras egípcias para a fiança de Malévola. Assim, os relatos apresentados sobre o montante não coincidem. A informação sobre o pagamento feito por Bruna também não aparece na declaração da equipe à imprensa; o advogado, contudo, afirmou que as duas haviam pago.
As autoridades egípcias ainda não tinham confirmado oficialmente o arbitramento ou o pagamento de fiança, nem a soltura das brasileiras. A previsão de liberação relatada pelo advogado, portanto, não significava que a saída da prisão já estivesse confirmada.
Detenção em Alexandria
As duas foram detidas depois da divulgação de vídeos gravados em espaços públicos. Segundo a polícia egípcia, as imagens mostrariam gestos de cunho sexual e assédio a pessoas em vias públicas. A defesa informou que tentava esclarecer quais crimes foram atribuídos às influenciadoras.
A equipe de Malévola afirmou que mantinha contato com a Embaixada do Brasil no Cairo e acompanhava o caso junto às autoridades locais para assegurar os direitos da influenciadora. Advogados egípcios também atuavam no país, segundo Jonatha.