Brasil abre mercados agropecuários em seis países
Autorizações abrangem sementes, couro equino, aves ornamentais, bubalinos e insumos para alimentação animal.
Em resumo
- Seis países autorizaram a entrada de novos produtos agropecuários brasileiros.
- As liberações incluem sementes, couro equino, aves ornamentais e bubalinos.
- Quênia e Singapura abriram mercado para insumos de alimentação animal e soro fetal bovino.
O Brasil anunciou a abertura de mercados agropecuários em Argentina, Egito, Marrocos, Peru, Quênia e Singapura. As autorizações permitem a exportação de produtos de diferentes segmentos, incluindo sementes, itens de origem animal e insumos para alimentação animal, ampliando as possibilidades de venda externa para cadeias do agronegócio brasileiro.
Sementes, couro e aves ornamentais
Na Argentina, a autorização contempla sementes de crotalária, espécie usada principalmente como planta de cobertura e adubação verde.
O Peru autorizou a entrada de sementes de feijão-mungo e coentro, além de couro equino. A liberação reúne produtos vegetais destinados ao cultivo e um item de origem animal utilizado na indústria do couro, alcançando diferentes atividades produtivas.
No Egito, a abertura de mercado é para aves de criação destinadas a fins ornamentais. A autorização cria uma possibilidade de comercialização para criadores e exportadores brasileiros que atuam nesse segmento.
Bubalinos e insumos para alimentação animal
O Marrocos autorizou a importação de bubalinos vivos para abate. A destinação dos animais ao mercado marroquino deverá atender às exigências sanitárias e aos procedimentos estabelecidos pelas autoridades competentes.
No Quênia, a autorização abrange ingredientes hemoderivados e palatabilizantes sem proteínas de ruminantes, destinados à alimentação animal. Esses componentes podem ser utilizados na fabricação de produtos para nutrição animal, conforme a finalidade e as especificações aplicáveis. A ausência de proteínas de ruminantes é uma condição estabelecida pelo mercado queniano para esses insumos.
Singapura, por sua vez, autorizou a importação de soro fetal bovino. O produto é utilizado em aplicações laboratoriais e biotecnológicas, entre elas o cultivo de células em pesquisas e processos de desenvolvimento.
As liberações envolvem produtos agrícolas, itens de origem animal e insumos com usos distintos.