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14 de outubro de 2026

Economia

IBGE: serviços recuam 0,1% em agosto e avançam 0,6% em um ano

Volume do setor caiu ante julho, mas acumulou alta de 1,7% de janeiro a agosto de 2026, segundo a pesquisa do instituto.

Publicado em 2 min de leitura

Em resumo

  • Serviços caíram 0,1% em agosto ante julho.
  • Na comparação anual, o setor avançou 0,6%.
  • O acumulado de janeiro a agosto registrou alta de 1,7%.

O resultado mensal foi acompanhado por quedas em três das cinco atividades pesquisadas, enquanto o indicador anual manteve a sequência de resultados positivos iniciada 29 meses antes.

Resultado mensal

Segundo o IBGE, a retração de agosto foi puxada por outros serviços, que caíram 1,0%. Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio recuaram 0,2%, mesma variação registrada pelos serviços profissionais, administrativos e complementares. Esses segmentos eliminaram, integralmente ou em parte, ganhos observados em julho.

Na direção oposta, os serviços prestados às famílias cresceram 2,1% no mês, o segundo avanço consecutivo. Com isso, acumularam alta de 2,9% nesse intervalo. O segmento de informação e comunicação ficou estável, sem variação em relação a julho.

A média móvel trimestral do volume de serviços também ficou estável no trimestre encerrado em agosto, segundo o instituto. Nesse indicador, outros serviços recuaram 0,6%; serviços profissionais, administrativos e complementares caíram 0,3%; e informação e comunicação teve baixa de 0,2%. Serviços prestados às famílias avançaram 0,5%, enquanto transportes subiram 0,1%.

Comparação anual e acumulado

Na comparação com agosto de 2025, o setor cresceu 0,6%. Três das cinco atividades registraram alta: informação e comunicação avançou 4,3%; serviços profissionais, administrativos e complementares, 1,7%; e serviços prestados às famílias, 4,4%. O IBGE atribuiu o principal impacto positivo a informação e comunicação, com aumento de receitas em áreas como telecomunicações e serviços de tecnologia da informação.

Transportes e outros serviços foram os únicos segmentos com impacto negativo na comparação anual, com recuos de 2,8% e 2,5%, respectivamente. Entre os fatores associados às quedas, o instituto apontou menores receitas de transporte aéreo de passageiros, transporte rodoviário de cargas, logística de cargas e serviços financeiros auxiliares.

De janeiro a agosto, o volume de serviços acumulou alta de 1,7%. Informação e comunicação teve o maior avanço entre as atividades, com 6,2%.

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