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30 de outubro de 2026

Ciência

Tijolo de cerca de 4 mil anos preserva marca de pata de cachorro

Vestígio foi encontrado em Tavşanlı Höyük, na província turca de Kütahya, em escombros de uma construção da Idade do Bronze.

Publicado em 1 min de leitura

Em resumo

  • Marcas de patas foram encontradas em um tijolo de cerca de 4 mil anos.
  • A peça estava nos escombros de uma construção da Idade do Bronze em Tavşanlı Höyük.
  • A equipe de escavação é liderada pelo professor Erkan Fidan, da Universidade de Bilecik.

Arqueólogos encontraram marcas de patas de cachorro em um tijolo de barro com cerca de 4 mil anos, durante escavações em Tavşanlı Höyük, sítio arqueológico na província de Kütahya, na Turquia. O vestígio estava nos escombros de uma construção da Idade do Bronze que desabou após um incêndio, informou o ministro turco da Cultura e Turismo, Mehmet Nuri Ersoy.

Marca preservada no barro

Segundo Ersoy, o tijolo fazia parte de uma parede da casa antes de ser soterrado pelos escombros. As marcas ficaram registradas quando o barro ainda não havia secado. Em publicação nas redes sociais, o ministro descreveu o achado como um pequeno registro da vida cotidiana de cerca de quatro mil anos atrás.

A peça estava entre restos de uma estrutura atingida por fogo e que desabou na Idade do Bronze.

Os tijolos de barro eram comuns naquele período. Durante a exposição de um lote ao calor, aparentemente um cachorro caminhou sobre uma das peças ainda úmidas e deixou a impressão das patas.

Escavações em Tavşanlı Höyük

O trabalho foi realizado por pesquisadores da Universidade de Bilecik, sob a liderança do professor Erkan Fidan. Ersoy agradeceu ao arqueólogo e à equipe responsável pelas escavações, que, conforme a publicação do ministro, são conduzidas desde 2021.

O sítio de Tavşanlı Höyük é descrito pelo ministro como uma das maiores cidades da Idade do Bronze na Anatólia Ocidental. A impressão no tijolo é um desses sinais preservados no material arqueológico.

A descoberta foi divulgada pelo ministro em 26 de outubro de 2026. Ersoy afirmou que as escavações em Kütahya revelaram as marcas deixadas por um animal sobre o barro ainda úmido, antes de o tijolo ser incorporado à parede da construção antiga.

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